Carlos Bolsonaro se torna Sherlock Holmes do Caso Marielle

Carlos Bolsonaro se torna Sherlock Holmes do Caso Marielle


Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica criado pelo médico e escritor Sir Arthur Conan Doyle. Holmes é um investigador do final do século XIX e início do século XX. Sua primeira aparição foi em 1887 na revista Beeton's Christmas Annual[2] na história Um Estudo em Vermelho.

Ao se “meter” na investigação do ‘Caso Maielle”, Carlos Bolsonaro deixa atrás de si um enorme rastro, que até agora, passados 600 das da morte da vereadora do Rio, Polícia e Ministério Público não tinham percebido. Está tudo gravado na portaria do condomínio Vivendas da Barra, endereço onde residem o Presidente da República, o vereador Carlos Bolsonaro e o sargento aposentado da PM do Rio, Ronnie Lessa. Carlos teve acesso a informação que autoridades ignoraram e poderiam ter desvendado o episódio há mais de um ano.

A forma atabalhoada e sem critérios usada por Carlos Bolsonaro,  para “provar” que nada de anormal aconteceu na tarde de 14 de março de 2018,  se torna inútil e perigosa na medida em que Ministério Público e Polícia Civil demonstram um amadorismo só  admissível em seriados como a “Polícia  Vem Aí ou Loucademia de Polícia”.

Isso não vai terminar bem!



Compartilhe